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A Douta Ignorância

Política, Economia, Literatura, Ciência, Actualidade

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Aquele cheirinho a cavalo

Rui Passos Rocha, 26.03.10

Que os panascas deviam ser todos internados e sujeitos a electrochoques estamos todos de acordo, mas não vejo motivo para que – enquanto andam por aí como as pessoas – não possam enfardar, calçar botas e tornar-se militares. Se depois vão para a Bósnia e distraem-se com os rabos da companhia é outra história; dê-se-lhes umas reguadas, que até devem gostar. Afinal, foi por este meu aqui e agora concebido método não ter sido posto em prática que houve um massacre em Srebrenica. Daí que, na condição de o mundo não aceitar dar uns açoites a esses adictos anais, eu esteja de acordo com o General americano: essa gente deve “continuar” fora do exército – não, não sou homofóbico, até os acho especiais. Mas, felizmente, um ou outro desses seres inferiores tem consciência da sua condição. Orde Wingate, por exemplo, era tão visceralmente rabeta quanto o Carlos Castro (eu não gosto de julgar as pessoas pela aparência, mas a foto ali no link é de um homem cujo rabo precisava urgentemente de amor), mas soube metodicamente tornar-se tão javardo quanto o mais másculo dos homens medievais. Assim sim, posso reconsiderar que todos tenham de se tratar: um tal machão, ainda que tubo (ó bela contradição), merece a minha – desconfiada – consideração; e merece-a mais do que o hetero do Sam Harris, que dá ali a entender que não gosta de ver mulheres nuas em capas de revistas. Diz que é moralmente incorrecto, como se elas não fossem objectos sexuais… Mas que raio de homem és tu, ó coisinho?

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