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A Douta Ignorância

Política, Economia, Literatura, Ciência, Actualidade

A Douta Ignorância

Política, Economia, Literatura, Ciência, Actualidade

Lição nº 1 para o blogger masturbatório: explicitar que folheia coisas chamadas livros

Rui Passos Rocha, 05.11.10

Este ano desejo que o Pai Natal presenteie o excelso governante deste penhasco à beira-mar com um «momento desesperado em que se descobre que este império que nos parecera a soma de todas as maravilhas é uma ruína sem pés nem cabeça, que a sua corrupção está demasiado gangrenada para que baste o nosso ceptro para a remediar, que o triunfo sobre os soberanos adversários nos fez herdeiros da sua longa ruína» (daqui). Não faz mal um pouco de consciência da própria falibilidade, sobretudo a licenciados independentes no secular clientelismo e com complexo de Messias. Pelo amor de S. Popota, alguém dê insónias e transtornos existenciais ao homem.

 

Uma adenda.

Invidia

Tiago Moreira Ramalho, 04.11.10

A dona f. tinha 11 anos em 1975, segundo afirma em Jugular, um espaço de opinião e assim. E ainda há quem se admire que me chame criança. Pelas minhas contas, feitas com os dedos, a dona f. deve chamar criança até ao S. Nicolau.

 

adenda, porque sim. se a f. esteve a menos de meio metro de mim foi porque me apanhou distraídozinho. ai-ai, f., f., que assim não pode ser. humbert humbert há só um, é homem e está morto no livro. quanto ao vasco (apanhaste uma adenda éfezada, portanto vais de minúscula), tem razão, a f. não tem rugas por aí além, do pouco que olhei, que não olhei muito, que estava com medo, encolhidinho a ouvir sobre franceses finados, além das músicas que o vasco ia passando. é que a f. não tem propriamente a minha idade e assim. pronto, agora cessemos esta conversação quase facebookal sobre a f., senão a rapaziada aqui do blogue ainda começa a meter a colher também e aí é que a coisa descamba.

Junto à baia é outra faixa para rodagem

Rui Passos Rocha, 01.11.10

Jon Stewart recorreu a imagens junto a um túnel de ligação entre Nova Jérsia e Nova Iorque para explicar que os americanos, enquanto condutores, são do tipo que dá o lugar aos outros - sendo por isso possível acreditar em maior coesão social, livre do chazinho republicano. Por cá não chegámos a esse ponto, mas peço desde já que não se tente emular a experiência para o caso português, com um vídeo da entrada para o túnel de Águas Santas ou coisa que o valha.

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