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A Douta Ignorância

Política, Economia, Literatura, Ciência, Actualidade

A Douta Ignorância

Política, Economia, Literatura, Ciência, Actualidade

Bilhete de Identidade

Tiago Moreira Ramalho, 12.06.11

Não sei qual é o conteúdo extraordinário que as três crónicas que Vasco Pulido Valente escreve semanalmente têm para que possa dedicar uma a atacar a putativa inocuidade discursiva de António Barreto. Nem tampouco sei o que tanto faz Vasco Pulido Valente para falar do que António Barreto supostamente não faz. Meu Deus, ignoro as fundamentais propostas programáticas de Vasco Pulido Valente, que acusa António Barreto de ser evasivo.

Fundamentalmente, ignoro o motivo pelo qual Vasco Pulido Valente se conduziu ao triste espectáculo de uma página de bílis em letra de forma. Porque António Barreto, goste-se ou não, é das vozes mais sensatamente interventivas que Portugal tem. Uma voz muito mais relevante que a de um Vasco Pulido Valente que morde canelas de partidos e pessoas e pouco mais. Uma das fundamentais consequências da extraordinária inutilidade de António Barreto, a Pordata, recebeu um prémio da Organização das Nações Unidas. Quantas vezes foram premiados os textos que todos os fins-de-semana nos entram, com o Público, em casa?

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