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A Douta Ignorância

Política, Economia, Literatura, Ciência, Actualidade

A Douta Ignorância

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Wassail!

Tiago Moreira Ramalho, 01.01.12

 

Por todo o lado leio, já um nadinha aborrecido, desejos mais ou menos inspirados de bom ano novo. As pessoas não apreciam a simplicidade de um velho ‘boas entradas’, de um ‘bom ano’ ou de um ‘feliz ano novo’. A extensão da audiência obriga a um discurso mais elaborado, tantas vezes motivadorzinho – coisa dos tempos. O discurso pode ir de uma abstracção batida como dizer que o ano novo será melhor que o ano morto, como pode ir para um discurso mais ao estilo de Rhonda Byrne sobre a necessidade de nos mudarmos e assim. Também há quem se esforce e se ridicularize na graçola fácil ou no cinismo parolo. Eu só tenho um punhado de anos novos na memória, mas para mim a coisa é simples: doze passas, um bom desejo, beijinhos e álcool. Muito álcool, para que o mundo, apesar das novidades, não mude. Um bom ano para todos.

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